quinta-feira, 24 de setembro de 2009

técnicas de ANÁLISE DE RISCOS

RISCOS
  • De origem elétrica;
  • De queda;
  • Transporte e com equipamentos;
  • Ataques de insetos;
  • Riscos Ocupacionais;
  • Riscos Ergonômicos;
  • Ataque de animais peçonhentos/domésticos.


RISCOS DE ORIGEM ELÉTRICA       

 Choque elétrico;

Campo elétrico;

Campo eletromagnético.








RISCOS DE QUEDA
As quedas, conseqüência de choques elétricos, de utilização inadequada de equipamentos de elevação (escadas, cestas, plataformas), falta ou uso inadequado de EPI, falta de treinamento dos trabalhadores, falta de delimitação e de sinalização do canteiro do serviço e ataque de insetos.


RISCOS NO TRANSPORTE E COM  EQUIPAMENTOS

Veículos a caminho dos locais de trabalho em campo, o deslocamento diário dos trabalhadores até os efetivos pontos de prestação de serviços.
Esses deslocamentos expõem os trabalhadores aos riscos característicos das vias de transporte.
 






RISCOS DE ATAQUES DE INSETOS, ANIMAIS PEÇONHENTOS/DOMÉSTICOS


Na execução de serviços em torres, postes, subestações, usinas, leitura de medidores, serviços de poda de árvores e outros pode ocorrer ataques de insetos, tais como abelhas e formigas.
 














RISCOS OCUPACIONAIS


Consideram-se riscos ocupacionais, os agentes existentes nos ambientes de trabalho, capazes de causar danos à saúde do empregado.





RISCOS ERGONÔMICOS

Biomecânicos: posturas inadequadas de trabalho, levando a intensas solicitações musculares, levantamento e transporte de carga, etc.

Organizacionais: “pressão psicológica” para atendimento a emergências ou a situações com períodos de tempo rigidamente estabelecidos, pressões da população com falta do fornecimento de energia elétrica.

Psicossociais: elevada exigência cognitiva necessária ao exercício das atividades.

Ambientais: risco ambiental compreende os físicos, químicos e biológicos; esta terminologia fica inadequada, deve-se separar os riscos provenientes de causas naturais (raios, chuva, terremotos, ciclones, ventanias, inundações, etc.).

DEFINIÇÕES

  • Risco: capacidade de uma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde das pessoas. Os riscos podem ser eliminados ou controlado.
  • Perigo: situação ou condição de risco com probabilidade de causar lesão física ou dano à saúde das pessoas por ausência de medidas de controle.
  • Causa de acidente é a qualificação da ação, frente a um risco/perigo, que contribuiu para um dano seja pessoal ou impessoal. Ex.: A avenida com grande movimento não constitui uma causa do acidente, porém o ato de atravessá-lá com pressa, pode ser considerado como uma das causas.

  • Controle é uma ação que visa eliminar/controlar o risco ou quando isso não é possível, reduzir a níveis aceitáveis o risco na execução de uma determinada etapa do trabalho, seja através da adoção de materiais, ferramentas, equipamentos ou metodologia apropriada.
PLANEJAMENTO

Antes da fase de execução, serão analisados os riscos potenciais. Este trabalho é realizado através da Análise Preliminar de Risco – APR, no mínimo, as seguintes informações:


  • Descrição detalhada das etapas dentro de um serviço, operação ou atividade;
  • Identificação dos riscos existentes em cada etapa;
  • Medidas de segurança para a realização de todas as etapas dos serviços, no sentido de reduzir e/ou eliminar riscos existentes (técnicas de execução, equipamentos a serem utilizados, EPC, EPI, etc.);
  • Número de profissionais necessários para a execução dos serviços com segurança.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO (APR)

Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos.
Análise Preliminar de Risco é uma visão do trabalho a ser executado, que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa, e ainda propicia condição para evita-los ou conviver com eles em segurança.

Por se tratar de uma técnica aplicável à todas as atividades, a técnica de Análise Preliminar de Risco é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária.


4 comentários:

  1. Olá, Infelizmente nossa área não pode deixar de publicar inúmeros acidentes, parece até que vivemos deles. Acredito nnuma melhoria das condições de trabalho, que começa com a divulgação, seu blog tem demonstrado isso, muito bom... foi pensando nisso que percebi uma grande deficiência por parte de nossos colegas prevencionistas na abordagem dos riscos biológicos e decidi elaborar um artigo que possa suprir todas as necessidades tanto de engenheiros como técnicos e se puder contar com sua contribuição o que será muito importante, desde já coloco-me a disposição para apresentação do trabalho, bem como sua metodologia.
    Abraços

    Marcelo Ferreira
    Técnico em Segurança do Trabalho
    macerreira@gmail.com

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  2. É bom lembrar que EPI não salva a vida de ninguem, mais minimiza acidentes.Que a visão de um tecnico em segurança do trabalho não seja apenas como de um simples tecnico, mais que todos possam ser gestores em segurança do trabalho para que possa aver um acompanhamento na segurança dos colaboradores, fazendo palestras, treinamentos operacionais etc..
    para que assim uma determinada empresa venha crescer a sua produtividade.

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  3. poise o uso dos epi e inevitavel mas tanben e bom lembrar de que se todos seguissem e os usassem seria bem melhor os epc tanben e tanben as outras demais medidas de prevençao de acidentes que e o nosso maior objetivo promover a saude e segurança do trbalhador

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  4. o uso dos epi e incondicional e o dos epc tamben deependendo da sua area de risco e claro o nosso objetivo maior e a promoçao e saude do trabalhador eo nosso trabalho e em cima da seriedade pois estamos lidando com vidas e ao maximo tentamos manter a prevençao e os seguimentos das nrs

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